That’s brazilliant!

Oh, não! Mais um blog de brasileira expatriada?

Gina em San Fran Março 24, 2009

Arquivado em: Familia e Amigos, Viajando e Andando — Gina from the Block @ 11:14 pm

Ha exatas duas semanas atrás, eu me aventurei a ir à San Francisco encontrar os meus amigos Lydia e Mauro e ousar ter alguns dias pra relaxar. Eu digo ousar, porque nego lá no trabalho parece que fica contando quando e quantos dias de férias voce tirou e ficam soltando piadinhas. Mas isso não é só comigo, não… Isso acontece com TODO mundo lá! Tem sempre um espíritozinho de porco que tenta colocar sal no seu chopp…

Bem, como eu tinha dias de férias que não vão interferir com minhas próximas viagens (a principal em final de dezembro), eu resolvi chutar a lata e ir pra galera, ou melhor, encontrar a dupla dinamica! Eu saí do trabalho na Terça-feira, 10 de Março, por volta de 3 PM,peguei o vôo de 4:45 PM e cheguei lá em SFO às 6:20PM. Encontrei o Mauro lá mesmo na área das esteiras de bagagem do aeroporto e pegamos um taxi pro hotel, aonde a Lydia já nos esperava.

Na primeira noite lá, nós resolvemos dar uma volta pela vizinhança e jantar em um restaurante tailandês. Depois ficamos andando, tentando achar um bar ou pub decente, até que fomos à um que a Lydia já havia visitado uns dias antes. Na volta para o hotel, demos de cara com essas plaquinhas, que já nos deram a dica que haviamos caído em uma tremenda fria… Ou não? ;-)

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Beer Boot Fevereiro 14, 2009

Arquivado em: Entretenimento, Familia e Amigos, Orgias Gastronomicas, Seattle — Gina from the Block @ 7:48 pm

Se lembram do post aonde eu comentei sobre a “beer boot”? Aqui está a prova que eu bebi foi muita cerveja naquele dia. Hohoho!

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Tristeza não tem fim… Felicidade sim… Agosto 26, 2008

Arquivado em: Familia e Amigos — Gina from the Block @ 10:33 am

Já faz um tempão que eu não posto nada aqui no blog, então resolvi criar animo e escrever algo…

A vida anda muito corrida, ralando muito no trabalho (trabalhando uma “mérdia” de 10 a 12 horas por dia) mas também tenho momentos descontraídos, aonde relaxo bastante e agradeço o fato de estar viva! Fiz novas amizades, conheci novos lugares e tenho provado minha competência, capacidade e responsabilidade tanto para a empresa quanto pra minha família.

O título deste post é o refrão de uma música do Tom Jobim, que meus avós paternos gostavam e minha avó cantava sempre. Eu cresci passando finais de semana na casa deles, tomando café da manhã enquanto escutávamos a Rádio Jornal do Brasil FM, que tocava sempre essa música, entre outras favoritas deles. Este post é dedicado ao meu avô, Waldyr.

Eu perdi meu avô paterno ha quase 6 meses atrás… Esse era meu avozão, padrinho, paizão, confidente, incentivador, patrocinador, enfim, meu herói. Meu avô estava presente em todos os momentos de minha vida, mesmo quando eu me mudei pra cá e vim morar a milhares de milhas distante de minha família. Era ele quem me incentivava nos estudos e quando eu tirava nota ruim, ele dizia: “minha neta, você não tem brios?” e me dava conselhos. O meu avô foi um excelente pai, marido, avô, sogro, filho e irmão exemplar, modelo de cidadão, que dedicou anos de sua vida ao Exército e depois a carreira acadêmica, como professor da Escola de Engenharia da UFRJ e décadas de dedicação à Comissão Nacional de Energia Nuclear e mesmo depois de aposentado não parou de trabalhar, sendo auditor do IBQN.

Ele foi um homem brilhante, super educado, fino, viajado, com um vasto conhecimento de culturas e assuntos. Uma verdadeira fonte de sabedoria. Ele estava sempre preocupado com a família, era o nosso patriarca e tinha gosto em exercer este papel em nossas vidas. Dava broncas quando achava que tinha que dar e todo muito respeitava. Eu já desapontei meu avô algumas vezes, mas sempre demos a volta por cima e ele me perdoava e eu a ele, porque a nossa ligação era muito profunda e especial. Eu fui a primeira neta, afilhada e ele esperava de mim sempre o melhor, que eu fosse um modelo para os outros netos. Eu nem sempre fui modelo a ser seguido, tive meus momentos de rebeldia, de santa do pau oco, mas ele me aceitava do jeito que eu sou.

Eu demorei 6 meses para escrever sobre isto. Seis meses tomando coragem e pensando sobre o que escrever a respeito de um homem que foi tão especial, tão extraordinário. O que escrever sobre alguém que marcou presença de maneira inexorável e permanente em sua vida? Uma pessoa que te deu memórias maravilhosas, uma infância formidável, repleta de aventuras, conhecimentos e muito amor e carinho? Meu avô adorava viajar, mas de maneira em que os netos, minha avó querida e ele pudessemos absorver cultura e conhecimento. Uma vez, ele desviou do caminho em uma viagem que fizemos a São Lourenço, Caxambú e Poços de Caldas, pra levar minhas primas eu até a fábrica do Ovomaltine, porque ele sabia que a gente adoraria! Ele sempre incentivou meu amor por História, mas me lembrava que eu deveria pensar no futuro, em ter um diploma de “curso nobre”, pra garantir um futuro. Eu o desapontei neste aspecto, mas sei que ele estava muito orgulhoso de mim e de meu trabalho aqui, nos ultimos meses de vida. Ele sabia da minha luta e tinha muito orgulho de mim, da minha “bravura”. Eu provei que sou uma lutadora e herdei esta qualidade dele. Ele é o grande motivo de minha decisão em voltar a faculdade e terminar o que eu comecei no Brasil. Eu quero ser tudo aquilo que meu avô sonhou de bom pra mim.

Eu sofri muito, na verdade ainda sofro, com o sentimento de culpa por ter prometido vê-lo no Brasil e não ter cumprido a promessa. Eu deixei meus medos e receios pós separação me dominarem e me afundei em trabalho. Eu poderia ter sido mais energetica em relação a renovação de meu passaporte com o Consulado (longa história) e ter sido corajosa do jeito que ele me via, encarando meus medos a respeitos da ameaças que meu marido me fazia em relação ao meu greencard e meu status de residente neste país. Mas eu permiti que o medo controlasse a minha vida e com isso perdi a chance de ver meu herói, de abraça-lo, beija-lo, dizer o quanto eu o amo e o quão importante ele é para mim. Eu perdi a chance de me despedir de meu avô.

Toda vez que eu ligava pra ele, ele me perguntava quando eu iria voltar e falava triste, é fazem mais de 6 anos já… Ele se lembrava de minha avó, que sempre falava de mim, perguntava por mim, e começava a chorar de saudades dela. Meus avós foram casados por mais de 60 anos. Eles eram parceiros de vida, se conheciam como as palmas das próprias mãos. As vezes eles discutiam que nem duas crianças, mas um não sabia viver sem o outro. Eu acho que meu avô desistiu de esperar por minha visita, porque ele não aguentava mais de saudades de minha avó, que havia partido quatro anos antes. Ele estava sofrendo muito longe dela e agora eles estão juntos e felizes, protegendo a nossa família, olhando por nós. Eu sinto a presença deles, principalmente nos momentos difíceis em que eu quero jogar a toalha e desistir de tudo. Eu sinto como se eles estivesse por perto dizendo pra eu não desistir, que as coisas vão melhorar. Eu escuto a voz dele dizer que quem desiste é fraco e ele não tem ninguém covarde e fraco na família dele. Eu escuto a voz dele dizendo, ”Você não tem brios? Cade seu orgulho?”.  Então eu sigo em frente, tentando faze-lo orgulhoso dessa neta “ovelhinha negra”.

É tão irônico e doloroso o fato de eu ter me despedido de meus avós maternos, mas não de meus avós paternos… Eu não estava mais presente quando eles partiram deste mundo, mas eles tiveram um papel mais ativo e presente em minha vida. Doi muito carregar este sentimento de perda e culpa todos os dias.

Então, hoje eu deixo registrado o meu amor e orgulho do meu avô, o “Coronel”, ”Doutor”, “Professor”, “Seu Waldyr” ou simplismente vô, vozinho, vovô. e nos últimos tempos, meu véinho!

Vô, eu te amo hoje e sempre! Saudades eternas de uma neta e fã!

Tristeza não tem fim
Felicidade, sim…

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar…

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento do sonho
Pra fazer a fantasia de rei, ou pirata, ou jardineira
E tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim
Felicidade, sim…

A felicidade é como a gota de orvalho
Numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A minha felicidade está brilhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite
Passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo por favor
Pra que ela acorde alegre como o dia
Oferecendo beijos do amor

Tristeza nao tem fim
Felicidade, sim…

 

Tudo ao mesmo tempo agora! Março 31, 2008

Arquivado em: Day by Day, Familia e Amigos, Seattle, Viajando e Andando, Working Girl — Gina from the Block @ 12:22 pm

Faz um tempão que eu não posto nada aqui. Eu andei sem tempo e sem ânimo, mas resolvi espanar o pó nesse cantinho.

 Vamos começar com a minha viagem recente a trabalho para Hoboken, NJ, ao Corporate Office  da empresa. Fiquei do dia 5 de março até o dia 8, perdendo 3 horas na ida, graças a um mega atraso do vôo. Passeios  foram pouquíssimos, valendo mencionar o jantar maravilhoso com 2 colegas da equipe de HR (um do escritório Corporate  e outra da divisão em Chester, PA), num restaurante especializado em frutos do mar, Chart House, a beira do rio Hudson, com vista para New York. Vale a pena citar o maravilhoso clam chowder, um dos melhores que eu já tive em minha vida. ;-)

Me assustou o fato de os taxis nesta região aceitarem múltiplos passageiros, como se fosse um transporte coletivo, durante o horário de rush. Eu dei sorte de a empresa pagar um serviço de taxi especial, desses com veiculos pretos que só carregam executivos, com towncars e SUVs. O frio estava mais aceitável do que em Seattle, só que aparentemente eu trouxe a chuva comigo. :-(

Foi ótimo finalmente conhecer o pessoal com quem trabalho remotamente, dando rostos as vozes que escuto todos os dias via chamadas e conferencias. Discutimos coisas bacanas, como a parte de HR na nova  intranet da empresa, a migração do banco de dados para Great Plains e todos os outros assuntos que são excitantes para quem trabalha com Recursos Humanos.

Também gostaria de agradecer a minha maravilhosa empresa, que pagou todos os custos, me colocou num quarto maravilhoso no Executive Level do Sheraton, com wireless internet e acesso ao Executive Club, jantares em restaurantes maravilhosos e uma estadia agradabilíssima, com meus colegas maravilhosos da East Coast (nem parecia que estava na Costa Leste, com o pessoal bem laid-back, bem descontraído como a galera aqui na nossa divisão de Seattle).

Na próxima viagem a Hoboken, tenho que fazer uma “mental note to self” e avisar a Lydia e o Mauro, para combinarmos de finalmente nos encontrarmos. :-)

 No dia 13 de Março, fui agraciada com o maravilhoso título de tia. Minha irmã Elaine e o marido, Eduardo, receberam a visita da cegonha, que entregou um pacotinho muito especial, a Maria Eduarda.

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O meu avo está internado, se recuperando de um derrame e ainda está inconsciente, após uma cirurgia para remover um coágulo no cérebro. Minha mãe também não anda bem, parece que os exames de check-up revelaram que ela está com colesterol e açúcar a niveis altíssimos e tem que fazer uma dieta rigorosa.

Eu passei 10 dias com uma visita muito fofa e agradável em casa, a Gwen, cachorra Bernese Mountain da minha amiga Lu Svilpa. Ela se divertiu muito, passeamos e brincamos bastante e ela se entrosou bem com o Boli (cachorro da minha roommate) e a Cora, a cachorra do meu vizinho. Gwen aprendeu a gostar de brinquedos de pelucia e que fazem barulhos, correr com outros cães, cheirar traseiros caninos e se socializar. Parece que ela voltou pra casa da Lu exausta. Hehehehe.

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Sábado passado eu sai com minha colega de trabalho e amiga, a Michelle, o namorado dela e um grupo de amigos que eu já conhecia de outras saídas com ela. Fomos primeiro ao pub Jolly Roger, decorado como se fosse um bar pirata. Lá encontramos a Kristen e um pessoal que trabalha com ela na Expedia. Jantamos por lá mesmo ( dica boa: NightWatch Dark Amber Ale) e depois fomos encontrar o restante do pessoal no Sunset Bowl, em Ballard, para jogarmos boliche já que em 2 semanas o local será permanentemente fechado. Cheguei em casa um pouco após 1:00 AM e cansadona, mas valeu a pena e me diverti (e paguei altos micos) muito!

Agora estou planejando um possível final de semana este mês em Los Angeles, pra visitar meus primos e uma grande amiga que estará vindo de São Paulo para visitar a área. Talvez tenha umas novidades bacanas para contar no final de Abril e princípio de Maio. Torçam por mim!

 Sábado que vem, vou participar do meu primeiro “Battlestar Galactica Party”, aonde eu, Michelle e Richard (o namorado doido dela, uma figuraça) e um grupo bacana vai se reunir na casa da Kristen para assistir aos episódios desta temporada. É, eu sei que isso soa bem geeky, bem nerd, mas eu estou aprendendo a assumir este meu lado… Embracing my inner nerd é meu mais novo objetivo de vida. :-P

Até o próximo post! :-)

 

 

 

É muita bobeira num chat só… Janeiro 13, 2008

Arquivado em: Familia e Amigos, Para Rir... — Gina from the Block @ 1:47 pm

Isso é o que dá ficar uma tarde de domingo à toa no Messenger com um amigo doido:

Regina says:

eu sou um poço de sabedoria e conhecimentos

Cristiano says:

Claro, claro.

Cristiano says:

 Tá até na bíblia.

Cristiano says:

 “… e no oitavo dia, Deus criou a Regina Xxxxx. E todos se regozijaram.”

Regina says:

hahahahahahaha

 

Fim de Ano em D.C. Janeiro 7, 2008

Arquivado em: Familia e Amigos, Viajando e Andando — Gina from the Block @ 12:00 am

Eu já vinha prometendo a minha amiga Renata que iria lá visitá-la, mas sempre acabava furando ou dando pra trás. Dessa vez, eu resolvi ir passar Natal e Ano Novo lá na casa dela. Comprei as passagens, arrumei tudo e fui, rezando pra não dar nada de errado com os meus vôos. A Lu S. veio aqui pra me dar uma carona, já que ela teria que ir ao aeroporto encontrar a irmã dela e coincidiria com o horário que eu deveria estar lá pro check-in.

 O meu vôo de Seattle pra Minneapolis foi tranquilo, exceto por sentar entre um cara lindo (do qual não reclamo) e um coroa folgado que insistiu em me dar várias cantadas infelizes. Pelo menos assisti “Stardust”, mas faltando 20 minutos pro filme terminar, o vôo chegou ao destino, ou seja, vou ter que alugar se quiser saber o final. Já o vôo até Baltimore foi com turbulência, gato miando, cahorro grunhindo e bebês chorando. :-(

Eu fui muito bem recebida pela Renata e família. Adorei ter conhecido os pais e a irmã dela. O Thomas, filhinho dela, está muito lindo e fofinho. Passeamos bastante, fizemos várias compras e tiramos bastante fotos. Fizemos vários programas bacanas: patinação no gelo (algo que eu não fazia desde os 11/12 anos de idade, mas não fiz feio, não!), boliche, cinema (Enchanted e Sweeney Todd, ambos muito bons), um passeio até o Prime Outlet Mall de Hagerstown, que valeu a pena, entre outras coisas. Adorei as noites com jogos de Scene-it (que a Renata ganhou quase todas as vezes), Skip Bo e Jogo da Vida, além dos Dvds com pipoca!

Nós fizemos um amigo oculto de natal e a Dona Vivi, mãe da Renata, foi minha amiga oculta e eu tirei a Renata. A ceia foi maravilhosa e rolou um vinho gostoso. Eu achei tão fofinho o entusiasmo e excitamento do Thomas em abrir os presentes. Ele me acordou cedo, foi ao quarto me perguntar se eu queria ver os presentes que Papai Noel deixou pra ele!  :-D Eu estou até agora me sentindo culpada de ter mentido pra ele sobre a lista de “good e naughty” do Papai Noel, pois ele estava brincando com uma tesoura e não queria entregar para a avó, então eu disse que se ele não largasse a tesoura,  que o “Santa” estava vendo tudinho e colocaria o nome dele na lista de “crianças levadas” e ele não ganharia presente nenhum. Pra garantir que ele acreditaria, já que ele é um menininho de 4 anos mas muito inteligente, eu adicionei que era verdade pois já havia acontecido comigo em um natal… :-( Enfim, ele esqueceu a tesoura e Papai Noel deixou os presentes que ele havia pedido. :-D

Eu fui passear por DC com a Renata, tiramos bastante fotos e depois tivemos a oportunidade de voltar um outro dia para visitar o obelisco (Washington Monument) por dentro, subindo até o topo, aonde tem um mirante. Adorei tudinho! Não deu pra visitar todos os museus e nem Arlington, mas já posso usar isso como uma desculpa pra uma próxima visita! ;-)

Ja saí de lá com planos de nos encontrarmos na época de Natal e Ano Novo novamente, mas desta vez no Brasil! :-) E também uma viagem pra Atlanta, pra encontrar a outra Renata, que estudou comigo e é amiga da Rê também, pro feriado do Memorial Day. :-D

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