That’s brazilliant!

Oh, não! Mais um blog de brasileira expatriada?

Bits & Pieces Fevereiro 6, 2009

Arquivado em: Day by Day, Dicas e Etc, Entretenimento, Orgias Gastronomicas, Seattle, Vivendo nos EUA, Working Girl — Gina from the Block @ 11:15 pm

Eu ando sem inspiração pra escrever. Assuntos, esses eu tenho aos montes, mas cade animo para escrever? Então eu resolvi escrever um pouquinho sobre tudo que aconteceu comigo nessas duas ultimas semanas.

Semana passada:

1- Estava voltando do trabalho pra casa, na Segunda-feira, e eu geralmente pego o ônibus com uma gorda mal encarada  de bengala (que quase sempre pega o ônibus de manhã comigo) e um velhinho, funcionário da lojinha do posto dos correios na Union Street, que é legalmente cego. Eu sempre vou à essa lojinha comprar cartões telefonicos internacionais e acabo conversando com ele sobre trivialidades. Bom, eu sou bicho curioso e sempre fico cheia de perguntas *rolando* pela cabeça, imaginando sobre como deve ser a vida das pessoas com quem esbarro no dia-a-dia… Nesse dia, eu estava sentada perto deles e pude ouvir a conversa deles, que pra minha surpresa, se conhecem do prédio aonde trabalham. O velhinho comentou que estava quase completando um ano de falecimento da esposa, daí a gorda mal encarada comentou que o tempo tava passando muito rápido. Nisso entra um monte de gente no onibus, na estação de Convention Center, na hora em que o velhinho comenta que vai ser avô novamente. Ela não pode escutar, mas eu sim, e isso me fez ter mais afeto por aquele senhor de seus 70 e poucos anos, que vende cartões de telefonia na lojinha da USPS.

2- Terça-feira foi a despedida de um colega de trabalho, Zach, que se mudou para San Diego com a namorada. Logo quando eu comecei lá na empresa, a namorada dele  havia se mudado pra California pra estudar. Um dia, ele tava triste e eu perguntei o porquê, já que ele é do tipo super animado e as vezes até meio palhaço. Então ele comentou que achava que iria terminar o namoro, pois a distancia iria atrapalhar. Eu disse que não, que se ele gostasse mesmo dela, a distancia não iria abalar o relacionamento. Dois anos e meio depois, eles estão juntos e felizes. :)  

 A despedida foi num pub irlandês lá perto do trabalho (Fadó) aonde bebemos, comemos e lembramos de momentos engraçados com o Zach. Saimos do escritório às 4:00 PM e quando eu sai de lá, as 6:45PM, nego havia começado a tomar ”shots”, que eu experimentei uma vez e detestei. O bom do meu emprego é a camaradagem dos colegas. Eu não sabia que o VP da divisão estaria pagando a conta, então sai pra ir ao ATM da esquina sacar uma graninha. Quando eu volto, um colega meu avisa que foi uma ida à toa, pois a conta estava sendo paga no cartão do VP. Eu avisei que iria embora e foi bom escutar alguns colegas me perguntando se eu estava bem pra voltar pra casa sozinha. Ha! Precisa de mais do que 2 Hefe Weizen e 1 shot de Wild Turkey com Red Bull pra me fazer ficar bebada. Em compensação, se fosse vinho, com 2 taças eu já estaria um lixo. Hehehe.

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3- No sábado, eu fui a um dos pubs locais favoritos que eu costumo ir com meu pequeno circulo de amigos, o Feierabend, que é um bierhaus bem aconchegante com comida gostosa e em conta. Fomos comemorar o aniversário do pai de minha amiga Kristen. Eramos 16 ao todo e resolvemos pedir uma beer boot. Eu sei que ao final da noite (que começou às 4:30PM e terminou às 12AM), já haviamos tomado muitas das cervejas oferecidas no seleto cardápio deles. Acabei saindo de lá meio que *borboleteante*, e abrir a porta de casa foi uma das tarefas mais excruciantes que já experienciei… :P

Esta semana:

Eu tenho voltado pra casa todos os dias em estado de completa exaustão. E olha que nem estou fazendo hora extra! Eu geralmente entro as 9AM e saio as 5:30PM, mas o stress tem sido demasiado e é culpa do novo sistema de payroll que implementamos. Além disso, um novo sistema de HR foi implementado e tudo isso tem sido um pé no saco fenomenal.  Highlights da semana:

  1. Fui conversar com uma colega, a portuguesa baixo-astral e preconceituosa (que vive reclamando e metendo pau em Deus e o mundo), sobre o recente comportamento dela em relação à minha pessoa (aham) e outros colegas de diferentes nacionalidades/etnias/credos. A mocinha em questão faz constantes piadas sobre brasileiros e ontem, durante um treinamento que eu estava dando a respeito de eletronic timesheet (que ela tem que preencher por ser non-exempt), ela começou a dizer que brasileiros odeiam portugueses e que eu deveria odiar ela muito… *AWKWARD!!!!* Bom, eu fui conversar a respeito das piadas dela sobre brasileiros, judeus, gays, arabes e etc e a mulher pirou! Nossa, começou a berrar e muito comigo. Eu tive que praticamente a mandar calar a boca, pois isso era inapropriado. Conclusão, o chefe dela foi notificado, eu contei pro meu chefe aqui da Costa Oeste, que me fez contar pra chefe da Costa Leste (que adora um drama), já que ela é a VP de Recursos Humanos… O que aconteceu? Staffing Manager me ligando pra que eu contasse “qual foi o pó…” e querendo fazer a situação piorar, querendo fazer investigação sobre a tal funcionária. Resultado final? Mais uma úlcera pra minha coleção.
  2. Consegui um tempinho pra cuidar da minha declaração do imposto de renda e vou receber restituição esse ano! Yay! Ano passado eu tive que pagar imposto que foi deduzido a menos… Enfim, não é muita coisa, não é um cheque de mil dolares ou mais, mas já dá pra me ajudar.
  3. Fui conversar com meu chefe sobre minha viagem à San Francisco em Março, pois ele já tinha dito que estava tudo bem e só precisaria entregar o formulário de requisição de férias… Eu comentei que gostaria de sair no dia 10 após o trabalho, ao invés do dia 11… Ah, o chefe pirou! “Tá doida? Não, não, não! Voce mal acabou de voltar de férias!” e eu fiquei quieta, com cara de paisagem, esperando ele parir 10 filhos pra bater a mãe de óctuplos da California… Aham, tá bom e o que eu faço com as passagens non-refundable que comprei? “Ah, você vai, mas vai fazer horas extras *antes* de ir e ficar “on call” caso tenha emergencia aqui”.  E o pior é que ele está certo, pois TODA vez que eu me ausento do escritório, a merda acerta o ventilador… Sina minha? Imagina!
  4. Hoje eu fui com o meu colega Ken e mais tres colegas (a portuga incluida) ao restaurante do pai dele, lá em Chinatown. Foi a melhor experiencia gastronomica com cozinha chinesa que eu já tive em minha vida! Tudo que eu provei era literalmente orgásmico. O pai dele tem uma receita secreta pro pork bbq, que é famosissimo aqui em Seattle. Nossa, eu me fartei com wonton e egg flower soups, roasted pork (o favorito na minha opinião), bbq pork, lemon chicken, brocolis no vapor, roasted duck e um arroz maravilhoso. O restaurante dá de 10 a 0 no Wild Ginger, um dos meus favoritos em Seattle. E o preço? $76.78 total para 5 pessoas e com gorjeta incluida.
  5. Voltei ao escritório me sentindo bem, até notar que meu celular havia sumido. Panico! Eu sem meu iPhone de merda, não sou nada! Sim, tenho uma relação de amor e ódio com meu celular. Bom, eu consegui relaxar e terminar o serviço ao som de big bands americanas das decadas de 40 e 50. Adoro os CDs do Starbucks, uma das minhas poucas indulgências (juntamente com um venti black tea lemonade e um portobello piadini ou um vegetarian breakfast wrap, todas as manhãs antes de ir pro trabalho). Update: Achei a merdinha do meu iPhone! Estava na mesinha de cabeceira, do lado oposto ao que eu durmo (não lembro como foi parar lá, deve ter sido pra usar a tomada disponivel) e por isso eu não reparei que não estava na bolsa. :)
  6. Eu nunca tive dívidas, mas depois de assistir a uma entrevista de Suze Orman no Good Morning America, sobre como viver “debt free e confortavel”, resolvi usar somente um cartão de credito e aderir ao serviço “Keep the change” que meu banco oferece. Além disso, eu resolvi dividir meus contra-cheques em 2 contas, ou seja, cada vez que minha empresa deposita meu pagamento em conta, $250 vai pra uma conta e o “grosso” do cheque vai pra minha conta principal. Isso me permite ter dinheiro de emergencia ou pra curtir melhor as férias, já que para emergencias médicas eu possuo uma conta FSA fornecida pela empresa.  So far, so good. :) A minha próxima meta será converter 1 cartão de crédito para “rewards”, de preferencia que me dê milhagem como rewards, porque o que eu tenho da Best Buy é uma merda (já que quase nunca vou à Best Buy e então pra que ganhar desconto deles como reward?), e trocar o meu debit/checkcard para um que o meu banco oferece com Rewards para cada dolar gasto.
 

Grarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!! Fevereiro 6, 2009

Arquivado em: Para Rir... — Gina from the Block @ 9:57 pm

Um dos videos mais engraçados no Youtube:

E a versão Remix é hilária!

 

Weekly Update with Gina from the block… Janeiro 23, 2009

Arquivado em: Day by Day, Working Girl — Gina from the Block @ 4:29 pm

Nossa, quanta coisa pode acontecer em uma semana! O pior é perceber que o ano está decolando a jato. Janeiro mal começou e já está acabando na semana que vem. W0wza!

Um colega de trabalho está indo embora, de mudança pra Cali, pra morar com a namorada dele. Então uma outra colega vai ser “promovida” ao cargo dele e o cargo dela vai ficar em aberto. Eu perguntei pro meu chefe quem ele acha que seria escolhido pra vaga dela e ele sugeriu que eu tentasse. Tô aqui pasma, de boca aberta até agora, pois a posição dela é com client services (vai virar account manager) lidando diretamente com todas as instituições que tem conta com a gente. Eu já havia mesmo cogitado uma transferencia intradepartamental, pois minha chefe de RH é do tipo que te enrola e promete mundos e fundos, mas na hora H não faz nada e ainda tenta fazer vc se sentir mal por estar cobrando algo prometido!  O meu chefe aqui em Seattle é pra parte administrativa do meu serviço, então ele vê no dia-a-dia como eu resolvo os problemas que surgem, como eu trato clientes, fornecedores/prestadores de serviço e até mesmo meus colegas. E ele sempre diz que eu sou muito “boazinha” pra ficar em RH (ou seja, deveria ser uma tremenda FDP sem coração) e hoje ele me disse que eu seria sim, perfeita pra vaga, justamente por ser tão boazinha e simpática. Porque os clientes querem alguem que simpatize com eles, que os entenda e faça de um tudo pra resolver os problemas que surgirem.

Eu estou aqui refletindo sobre isso… Será que seria uma boa? O salário eu sei que seria melhor, mas talvez a minha chefe de RH me enfie a facada final, na hora do novo contrato salarial, por eu não ter muita experiencia nesta área… Ou seja, não importa o que eu decidir, levarei “naba” do mesmo jeito. Também levo em conta duas coisas… Uma é o treinamento que venho obtendo em recursos humanos, que no caso iria ralo a baixo e eu sonhava em crescer profissionalmente nesta área. A segunda é o fato que minha chefe já mandou 3 embora e ela é conhecida por “jogar nego embaixo do onibus” pra salvar a própria pele. E ela já me decepcionou muito, me deu altas expectativa e puxou o tapete. Eu realmente sinto que minhas chances de crescerem profissionalmente dentro da empresa, na área de RH, são ínfimas… Hoje mesmo eu tive uma prova disto, mas fica pra outro post… Enfim, será que o meu chefe aqui tem razão? Ele é uma pessoa muito bacana e por várias vezes já comentou do meu potencial e competencia, que certamente não estão sendo bem aproveitados no momento. Mas eu tenho medo de falhar, ou pior ainda, não ser escolhida pra posição. Mas fracassar é mesmo meu maior medo, pois isso é um trabalho que envolve vendas e eu nunca me dei muito bem com vendas… O que fazer  então? Um fim de semana de reflexões me espera!

O meu irmão mais novo está com uma idéia-projeto bacana, pra desenvolver um negócio próprio (em parceria com um amigo de infancia e colega de faculdade), aproveitando que essa crise não está afetando o Brasil da maneira que estamos presenciando aqui. Aliás, pelo contrário, muitos negócios cresceram nos ultimos meses lá na terrinha… Ele está torcendo para que meu pai dê o apoio financeiro que isso irá necessitar. Eu espero que o coroa o ajude sim. Se tudo der certo, eu poderei falar mais sobre isto em futuros posts. :)

A companhia vai enviar 10 funcionários, 5 de Seattle e 5 de Hoboken, pro The Tyra Banks Show (Canal CW) no mes que vem, quando o VP de operações aqui de Seattle vai ser entrevistado sobre um dos projetos da empresa que está ajudando o pessoal nestes tempos de recessão.  Esta é a terceira edição do projeto. As primeiras edições foram um sucesso e tudo indica que muitas outras edições virão! Aliás, Tyra vai comentar sobre isso no programa dela do dia 27 próximo! A MSNBC postou um artigo no website deles, sobre este projeto e empresa, pra quem estiver curioso. :) E eu sou uma das 10 pessoas escolhidas para sentar na audiência do show da modelo, com todas as despesas pagas pela empresa (contanto que eu faça horas extras… Meh!). Então, quando eu souber as datas certas, eu coloco aqui, pois quem sabe assim não rola de eu visitar novamente meus amigos daquela área? :)

Estou sofrendo de insonia e aceito sugestões que não incluam drogras com prescrição médica. Preciso urgentemente de uma boa noite de sono!

Ta ta for now,

G.

 

A outra Gina from the block… Janeiro 23, 2009

Arquivado em: Uncategorized — Gina from the Block @ 1:53 pm

Eu não escrevi aqui, mas a minha prima Gina está com recorrencia de cancer no cérebro. Ela lutou bravamente a quase 4 anos atrás contra esta doeça maldita e todos nós pensamos que ela havia vencido a batalha de vez. Bom, ela venceu aquela batalha, mas agora está enfrentando outra… Gina é minha prima em segundo grau do lado materno. A mãe dela, Penrose (ou Penny pra família e amigos), é prima-irmã de minha mãe. Eu já havia comentado várias vezes em meus antigos e falecidos blogs que minha mãe é de descendencia britanica. O meu avô era ingles, mas filho de um galês (País de Gales) e de uma brasileira-irlandesa nascida no Brasil, filha de irlandeses, mas criada na Inglaterra durante a maior parte da infancia/juventude. Inclusive a mãe dela, minha tataravó, foi uma das fundadoras originais do Colégio Andrews, que na época era um colégio de elite (lá no final do séc 19/início do século 20) para as crianças da comunidade britânica no Rio de Janeiro (formada por banqueiros e industriais em sua maioria) e com uma formação ao estilo tradicional das escolas episcopais/anglicanas européias. Pois é, esta que vos escreve também tem um pouquinho de cultura inútil e curiosidades culturais nos 2 neuronios que me sobraram…

Enfim, essa looonga volta toda pra falar que Penny, apesar de inglesa, arrumou um marido americano e teve 2 filhos: Gina e John Paul (ou JP). O JP mora aqui em Seattle com esposa e filhinho, enquanto que o resto da familia mora em Los Angeles. Gina tem a minha idade e é linda como uma fada encantada! Ela tem um coraçao maravilhoso, uma alma iluminada. Mas quis o destino que ela passasse por todo esse sofrimento novamente. E  eu tenho sofrido muito com  isto tudo, porque já fiquei de ir lá tantas vezes ficar na casa dela e sempre dei pra trás, por causa de trabalho. E agora ela precisa de todos nós lá… O cancer dela é maligno e muito agressivo, mas felizmente é uns 90% operável. Porque digo 90%? Porque o cancer dela é conhecido aqui como “brain stem cancer” e justamente por isso mesmo é em muitos casos dificil de se conseguir remover tumores por completo. Sempre fica algum pedacinho, pois o risco de remover tudo e causar alguma incapacitação (e éssa a palavra?) permanente, como dificuldades de falar ou até mesmo não poder mais se mover (já que o tronco cerebral (é isso mesmo?) é conectado a medula vertebral) é altissimo.

Até o momento ela já passou por duas longas e cansativas cirurgias, a primeira de 16 horas e a última durou 11 horas, para remover tumores. Em ambas as cirurgias não foi possível a remoção completa dos tumores, pois estavam crescendo ao redor e entremeados com o tronco (ou seria talo?) do cérebro, com riscos de a deixar paralizada para sempre… O restante do tumor #1 vai ser tratado com radioterapia e o restante do tumor #2 vai ser removido através de um procedimento conhecido como “cyberknife“. Gina tem outros tumores, do tipo ependymoma, na região do cerebelo e que serão operados em breve, asim que ela se recuperar da última cirurgia.

O que parte o coração é o fato de ela ser uma jovem saudável, que se cuida muito bem, e ser sempre de bem com a vida… Ela Não merecia estar passando por todas estas provações, mas infelizmente está! Tudo aconteceu muito rápidamente. Minha prima esteve aqui em Seattle por volta de maio, junto com os pais, pra visitar o irmão e a esposa, que havia acabado de ter o bebê. Eles vieram aqui em casa (eu tinha literalmente acabado de me mudar pra casa nova) e estavamos todos felizes e celebrando as coisas boas que a vida nos proporcionava… O tempo passou, ela me chamando pra ir lá passar uns dias, até que ela foi à Las Vegas com amigas em Setembro, aonde se divertiu muito… Sem suspeitar de nada errado com a saúde. até que em meados de dezembro ela começou a passar muito mal e foi hospitalizada no dia 14, no St. Vincent’s Medical Center em LA, aonde descobriram que o cancer havia voltado. Inicialmente foram detectados três tumores, sendo o maior o de maior risco imediato. Ela foi operada no dia seguinte, em uma das duas cirurgias inicialmente previstas… Mas como cancer é geralmente uma caixinha de surpresas, após abrirem a cabeça dela, descobriram outro tumor ainda maior do que o que estava sendo removido. O primeiro tumor foi removido 80%, com os 20% restantes previstos para serem erradicados com radiação. O processo de recuperação (ainda em andamento) foi um verdadeiro pesadelo para todos nós. Gina sofreu muito, vários reveses, e passou por vários outros procedimentos cirurgicos incluindo um dreno no cérebro, para remover liquido que rapidamente se acumulou e que estava causando um inchaço gravíssimo no cérebro (com risco de ela ficar em estado vegetativo) e uma curugia pra reconstruir as cordas vocais, danificadas com a “entubação” para a cirurgia.

O último procedimento foi no dia 20 último, aonde 90% do tumor foi removido e ela teve novamente outros revertérios pós-cirúrgicos.  Mais uma vez a minha prima está sofrendo, com dificuldades para respirar (teve uma traqueostomia de emergencia) entre outros problemas. No hospital estão todos encantados com a graciosidade e carinho dela. Da equipe médica ao pacientes do andar em que ela está internada. Até o pessoal da manutenção e segurança vai lá visitá-la, pois ela tem essa capacidade toda especial de iluminar o ambiente e aquecer o coração de quem tem a honra de conhece-la.  A  tia e prima dela, minhas primas Joanna e Paula (que já passou várias férias lá no Rio com minha familia), chegaram de Londres anteontem. Eu deverei estar voando pra LA no final da semana que vem.

O último update que recebi foi um pouco decepcionante, pois os médicos avisaram que ela poderá ter algum tipo de sequela após todas essas cirurgias (ainda tem mais uma ou duas à frente) e tratamentos. Então, eu humildemente peço aos meus amigos queridos que rezem (ou enviem energias positivas) por minha prima querida, Gina Anderson.

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A minha prima Gina, à esquerda (vestido bicolor), durante passeio à LV com amigas.

 

E 2009 começou bem agitado… Janeiro 19, 2009

Arquivado em: Working Girl — Gina from the Block @ 5:44 pm

Eu trabalho em Recursos Humanos e isso significa ser perturbada mesmo quando em férias. Enquanto estava no Brasil, fizeram a primeira demissão da divisão de Seattle em anos! Mandaram uma executiva mala sem alça pra rua. A coitada em questão é do tipo que aparentemente tem problemas emocionais. Muito sensivel a criticas e comentários, também era dada a sentimentalismos no trabalho – se algo estava errado em sua vida pessoal (afetiva ou familiar), a dona ficava de mal humor no trabalho. Além disso, ela vivia tirando férias e não aceitava inputs/feedbacks de seus subordinados (uma funcionaria me disse que estava feliz por terem colocado um funcionario senior na posição, pois ele respeitava os colegas) e fez uma série de cagadas a nivel de contratações. Como diriam por aqui: “she rubbed people the wrong way”…

Na quarta-feira fui informada que minha chefe (gerente geral de rh) havia sido demitida. Essa é outra que tava por um fio, mas eu achava que ela NUNCA seria mandada embora pois era unha e carne com a chefe suprema, a vice presidente de recursos humanos. Com essa demissão no meu time, fomos reduzidos a 4 pessoas no total (eramos inicialmente 7) em toda a empresa, ou seja, corporate e 3 divisões. Eu já estou a mais de um ano nesta empresa e tanto essa chefe quanto o cara mala que fazia merdas (vide post abaixo) foram contratados muito tempo depois. Eles foram e por enquanto eu vou ficando. O engraçado é que no início eles só recebiam altos elogios e depois passaram a fazer cagadas.

Uma funcionária do 4° andar foi demitida também. Ela era muito problemática, não trabalhava direito e tinha problemas de atitude com os colegas e supervisores. Pra voces terem uma idéia, ela já havia sido rebaixada de cargo e continuou a fazer das dela. Adorava armar intrigas e fofocas, colocar funcionarios contra colegas, falar mal da chefe e dos outros executivos e gerentes. Ela tentou me encrencar tres vezes. A última dela comigo foi a gota d’água e eu tive que reclamar com o dono da empresa. A louca foi mexer na minha mesa, fuçando minhas gavetas e arquivos, atrás de um passe!

Além disso tudo, tivemos o sistema de pagamento de salários (No Brasil seria processamento de folha de pagamento?) centralizado e agora tudo é feito pelo escritório corporate, o que causou umas confusões neste primeiro contra-cheques do ano. Me pagaram a mais e quando fui reclamar, a mocinha responsavel mencionou que eu tinha também “uns dias de ferias não remuneradas que tinham que ser descontados”, o que me assustou muito pois o dinheiro a mais era justamente referente aos tais dias que não foram descontados. Ou seja, eu tenho medo que a figura vá retirar minhas férias do cheque 2 vezes no próximo período de pagamento! Se isso acontecer eu viro uma onça!  Viro Juma!!!

 

2009 Chegou, Adeus 2008! Janeiro 14, 2009

Arquivado em: Day by Day — Gina from the Block @ 4:03 pm

Faz um tempão (Mesmo!) que eu não escrevo nadica aqui. Durante esse tempo, muita coisas boas aconteceram em minha vidinha. :) Eu aproveitei a passagem de ano pra fazer uma avaliação de como foi o ano de 2008 e o somatório foi positivo! Acho que as únicas coisas ruins que aconteceram em minha vida no ano passado foram a morte do meu querido avô paterno e a reocorrencia de cancer (no córtex cerebral) da minha prima Gina. Aconteceram coisas chatas, sim, mas como minha mãe diria, foram bençãos disfarçadas e o resultado final foi uma “carga” mais leve em minha vida. ;-)

Resumão de 2008 com highlights:

  • Completei um ano de firma com altos elogios ao meu serviço, minha revisão anual teve entre outras coisas elogios como “Top Notch Professional” e “Valuable asset to our company”.
  • O tiozinho que estava fazendo altas merdas em New Jersey e colocando a culpa em mim, aqui em Seattle, e eu sempre conseguia provar que as cagadas eram dele… Foi demitido em Agosto, logo após a festa anual da empresa.
  • Viajei bastante, me diverti bastante e encontrei amigos queridos. Fui 3x a NYC, passei Thanksgiving in Maryland com minha melhor amiga e a família dela, fomos à Philadelphia encontrar meus queridos amigos Lydia e Mauro (Fala, tiozinho! hahaha!). Passeios galore em Washington State e Oregon. Fui ao Rio de Janeiro 2x (e voltei pra casa em uma dessas viagens com a Renata e o filhinho dela, Thomas), incluindo passar festas de final de ano com minha família. :)
  • Conheci minha sobrinha querida Maria Eduarda e minha priminha Julia
  • Ensaiei umas escapadas romanticas, mas o meu principe ainda não surgiu!
  • Comprei óculos novos mas detestei, então vou mandar fazer novos (Dou mil graças aos céus por ter plano de saúde! Hooray!)
  • Fiz bons cursos que vão me ajudar muito  em minha carreira este ano
  • Conheci gente nova, novas amizades e sai muito, me diverti muito!
  • Mudei de casa, pra um local maior, mais confortável e melhor localizado
  • Descobri que apesar de minhas roommates serem loucas (mas quem não o é?) e termos nossas diferenças, formamos uma “very dysfunctional sisterhood” aonde nos preocupamos muito umas com as outras e nos apoiamos muito.
  • Aprendi que com toda grande dor sempre vem um grande e profundo conhecimento, uma valiosa lição de vida
  • Aprendi que sou muito querida e admirada por meus chefes e colegas. Quando viajei por longos períodos (2x ao Brasil e a ida à Maryland), eles sentiram muito a minha falta e fizeram questaão de me deixar saber disto! :)
  • Aprendi que nem sempre quem diz ser seu amigo pode ser confiado. Perdi duas amizades podres (e negativas, muito invejosas e pobres de espírito, que se dedicam a invejar a vida alheia (não a minha, claro, pq é café pequeno pra esses vampiros), falar mal e não aceitar críticas…) e por causa disto perdi também contato com dois amigos queridos que me ajudaram e apoiaram em um dos momentos mais negros e tristes de minha vida… Eles agora estão longe, do outro lado do país… Mas eu serei eternamente grata à eles. Por outro lado, me livrei de ter que aturar só fofocas, comentários maldosos e reclamações dos tais “vampiros”, nem muito menos vou ter outra (péssima) experiência de ter que passar 14 horas trancada em um carro só escutando nego “cascar o pau” em seus “grandes amigos”/contando pra mim oq eles falavam pelas costas.
  • Aprendi a ter muito mais paciencia com meus pais, pq afinal de contas eles realmente só querem o melhor pra mim
  • Quase, quaaaase passei meu natal e ano novo com meus amigos Lydia e Mauro. Quem sabe esse ano, se eles toparem me aturar?

Metas para 2009? Algumas… O resto é só continuação! :-) Mas vamos lá:

  • Cursos, cursos e cursos
  • Correr atrás de uma promoção no trabalho ;-)
  • Visitar Renata em DC (vai virar tradição… Uahuahuah!)
  • Visitar Mauro e Lydia
  • Visitar a Dona  Bewitched
  • San Francisco e LA, aí vou euzitcha!
  • Portland Beer Festival 2009
  • Visitar família no Brasil
  • Fazer parte de projetos que ajudem o nosso mundo a melhorar!
  • Etc e etc tal! :-P

Bom… Agora só resta desejar a todos os meus amigos um FELIZ ANO NOVO!!!!

 

Tristeza não tem fim… Felicidade sim… Agosto 26, 2008

Arquivado em: Familia e Amigos — Gina from the Block @ 10:33 am

Já faz um tempão que eu não posto nada aqui no blog, então resolvi criar animo e escrever algo…

A vida anda muito corrida, ralando muito no trabalho (trabalhando uma “mérdia” de 10 a 12 horas por dia) mas também tenho momentos descontraídos, aonde relaxo bastante e agradeço o fato de estar viva! Fiz novas amizades, conheci novos lugares e tenho provado minha competência, capacidade e responsabilidade tanto para a empresa quanto pra minha família.

O título deste post é o refrão de uma música do Tom Jobim, que meus avós paternos gostavam e minha avó cantava sempre. Eu cresci passando finais de semana na casa deles, tomando café da manhã enquanto escutávamos a Rádio Jornal do Brasil FM, que tocava sempre essa música, entre outras favoritas deles. Este post é dedicado ao meu avô, Waldyr.

Eu perdi meu avô paterno ha quase 6 meses atrás… Esse era meu avozão, padrinho, paizão, confidente, incentivador, patrocinador, enfim, meu herói. Meu avô estava presente em todos os momentos de minha vida, mesmo quando eu me mudei pra cá e vim morar a milhares de milhas distante de minha família. Era ele quem me incentivava nos estudos e quando eu tirava nota ruim, ele dizia: “minha neta, você não tem brios?” e me dava conselhos. O meu avô foi um excelente pai, marido, avô, sogro, filho e irmão exemplar, modelo de cidadão, que dedicou anos de sua vida ao Exército e depois a carreira acadêmica, como professor da Escola de Engenharia da UFRJ e décadas de dedicação à Comissão Nacional de Energia Nuclear e mesmo depois de aposentado não parou de trabalhar, sendo auditor do IBQN.

Ele foi um homem brilhante, super educado, fino, viajado, com um vasto conhecimento de culturas e assuntos. Uma verdadeira fonte de sabedoria. Ele estava sempre preocupado com a família, era o nosso patriarca e tinha gosto em exercer este papel em nossas vidas. Dava broncas quando achava que tinha que dar e todo muito respeitava. Eu já desapontei meu avô algumas vezes, mas sempre demos a volta por cima e ele me perdoava e eu a ele, porque a nossa ligação era muito profunda e especial. Eu fui a primeira neta, afilhada e ele esperava de mim sempre o melhor, que eu fosse um modelo para os outros netos. Eu nem sempre fui modelo a ser seguido, tive meus momentos de rebeldia, de santa do pau oco, mas ele me aceitava do jeito que eu sou.

Eu demorei 6 meses para escrever sobre isto. Seis meses tomando coragem e pensando sobre o que escrever a respeito de um homem que foi tão especial, tão extraordinário. O que escrever sobre alguém que marcou presença de maneira inexorável e permanente em sua vida? Uma pessoa que te deu memórias maravilhosas, uma infância formidável, repleta de aventuras, conhecimentos e muito amor e carinho? Meu avô adorava viajar, mas de maneira em que os netos, minha avó querida e ele pudessemos absorver cultura e conhecimento. Uma vez, ele desviou do caminho em uma viagem que fizemos a São Lourenço, Caxambú e Poços de Caldas, pra levar minhas primas eu até a fábrica do Ovomaltine, porque ele sabia que a gente adoraria! Ele sempre incentivou meu amor por História, mas me lembrava que eu deveria pensar no futuro, em ter um diploma de “curso nobre”, pra garantir um futuro. Eu o desapontei neste aspecto, mas sei que ele estava muito orgulhoso de mim e de meu trabalho aqui, nos ultimos meses de vida. Ele sabia da minha luta e tinha muito orgulho de mim, da minha “bravura”. Eu provei que sou uma lutadora e herdei esta qualidade dele. Ele é o grande motivo de minha decisão em voltar a faculdade e terminar o que eu comecei no Brasil. Eu quero ser tudo aquilo que meu avô sonhou de bom pra mim.

Eu sofri muito, na verdade ainda sofro, com o sentimento de culpa por ter prometido vê-lo no Brasil e não ter cumprido a promessa. Eu deixei meus medos e receios pós separação me dominarem e me afundei em trabalho. Eu poderia ter sido mais energetica em relação a renovação de meu passaporte com o Consulado (longa história) e ter sido corajosa do jeito que ele me via, encarando meus medos a respeitos da ameaças que meu marido me fazia em relação ao meu greencard e meu status de residente neste país. Mas eu permiti que o medo controlasse a minha vida e com isso perdi a chance de ver meu herói, de abraça-lo, beija-lo, dizer o quanto eu o amo e o quão importante ele é para mim. Eu perdi a chance de me despedir de meu avô.

Toda vez que eu ligava pra ele, ele me perguntava quando eu iria voltar e falava triste, é fazem mais de 6 anos já… Ele se lembrava de minha avó, que sempre falava de mim, perguntava por mim, e começava a chorar de saudades dela. Meus avós foram casados por mais de 60 anos. Eles eram parceiros de vida, se conheciam como as palmas das próprias mãos. As vezes eles discutiam que nem duas crianças, mas um não sabia viver sem o outro. Eu acho que meu avô desistiu de esperar por minha visita, porque ele não aguentava mais de saudades de minha avó, que havia partido quatro anos antes. Ele estava sofrendo muito longe dela e agora eles estão juntos e felizes, protegendo a nossa família, olhando por nós. Eu sinto a presença deles, principalmente nos momentos difíceis em que eu quero jogar a toalha e desistir de tudo. Eu sinto como se eles estivesse por perto dizendo pra eu não desistir, que as coisas vão melhorar. Eu escuto a voz dele dizer que quem desiste é fraco e ele não tem ninguém covarde e fraco na família dele. Eu escuto a voz dele dizendo, ”Você não tem brios? Cade seu orgulho?”.  Então eu sigo em frente, tentando faze-lo orgulhoso dessa neta “ovelhinha negra”.

É tão irônico e doloroso o fato de eu ter me despedido de meus avós maternos, mas não de meus avós paternos… Eu não estava mais presente quando eles partiram deste mundo, mas eles tiveram um papel mais ativo e presente em minha vida. Doi muito carregar este sentimento de perda e culpa todos os dias.

Então, hoje eu deixo registrado o meu amor e orgulho do meu avô, o “Coronel”, ”Doutor”, “Professor”, “Seu Waldyr” ou simplismente vô, vozinho, vovô. e nos últimos tempos, meu véinho!

Vô, eu te amo hoje e sempre! Saudades eternas de uma neta e fã!

Tristeza não tem fim
Felicidade, sim…

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar…

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento do sonho
Pra fazer a fantasia de rei, ou pirata, ou jardineira
E tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim
Felicidade, sim…

A felicidade é como a gota de orvalho
Numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A minha felicidade está brilhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite
Passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo por favor
Pra que ela acorde alegre como o dia
Oferecendo beijos do amor

Tristeza nao tem fim
Felicidade, sim…

 

April’s Fool Abril 1, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Gina from the Block @ 9:55 am

O dia já começou bem aqui no trabalho, com a galera pregando peça em geral. Eu participei de um plano “diabólico” pra fazer um colega  da equipe de mídia cair feito um patinho. A última peça foi providenciada pela equipe técnica. Os developers criaram uma página “hackeada” fake e substituiram em um dos nossos websites principais, o EarnMyDegree.com. O CTO caiu que nem um patinho. A empresa inteira caiu na gargalhada. E esse foi o resultado temporário (clicando na imagem dá pra ver a imagem ampliada):

hacked2.jpg

É nisso que dá trabalhar em uma empresa da área tecnológica. Cada dia é uma caixinha de surpresas… :-)

 

Tudo ao mesmo tempo agora! Março 31, 2008

Arquivado em: Day by Day, Familia e Amigos, Seattle, Viajando e Andando, Working Girl — Gina from the Block @ 12:22 pm

Faz um tempão que eu não posto nada aqui. Eu andei sem tempo e sem ânimo, mas resolvi espanar o pó nesse cantinho.

 Vamos começar com a minha viagem recente a trabalho para Hoboken, NJ, ao Corporate Office  da empresa. Fiquei do dia 5 de março até o dia 8, perdendo 3 horas na ida, graças a um mega atraso do vôo. Passeios  foram pouquíssimos, valendo mencionar o jantar maravilhoso com 2 colegas da equipe de HR (um do escritório Corporate  e outra da divisão em Chester, PA), num restaurante especializado em frutos do mar, Chart House, a beira do rio Hudson, com vista para New York. Vale a pena citar o maravilhoso clam chowder, um dos melhores que eu já tive em minha vida. ;-)

Me assustou o fato de os taxis nesta região aceitarem múltiplos passageiros, como se fosse um transporte coletivo, durante o horário de rush. Eu dei sorte de a empresa pagar um serviço de taxi especial, desses com veiculos pretos que só carregam executivos, com towncars e SUVs. O frio estava mais aceitável do que em Seattle, só que aparentemente eu trouxe a chuva comigo. :-(

Foi ótimo finalmente conhecer o pessoal com quem trabalho remotamente, dando rostos as vozes que escuto todos os dias via chamadas e conferencias. Discutimos coisas bacanas, como a parte de HR na nova  intranet da empresa, a migração do banco de dados para Great Plains e todos os outros assuntos que são excitantes para quem trabalha com Recursos Humanos.

Também gostaria de agradecer a minha maravilhosa empresa, que pagou todos os custos, me colocou num quarto maravilhoso no Executive Level do Sheraton, com wireless internet e acesso ao Executive Club, jantares em restaurantes maravilhosos e uma estadia agradabilíssima, com meus colegas maravilhosos da East Coast (nem parecia que estava na Costa Leste, com o pessoal bem laid-back, bem descontraído como a galera aqui na nossa divisão de Seattle).

Na próxima viagem a Hoboken, tenho que fazer uma “mental note to self” e avisar a Lydia e o Mauro, para combinarmos de finalmente nos encontrarmos. :-)

 No dia 13 de Março, fui agraciada com o maravilhoso título de tia. Minha irmã Elaine e o marido, Eduardo, receberam a visita da cegonha, que entregou um pacotinho muito especial, a Maria Eduarda.

maria-eduarda2.jpg

O meu avo está internado, se recuperando de um derrame e ainda está inconsciente, após uma cirurgia para remover um coágulo no cérebro. Minha mãe também não anda bem, parece que os exames de check-up revelaram que ela está com colesterol e açúcar a niveis altíssimos e tem que fazer uma dieta rigorosa.

Eu passei 10 dias com uma visita muito fofa e agradável em casa, a Gwen, cachorra Bernese Mountain da minha amiga Lu Svilpa. Ela se divertiu muito, passeamos e brincamos bastante e ela se entrosou bem com o Boli (cachorro da minha roommate) e a Cora, a cachorra do meu vizinho. Gwen aprendeu a gostar de brinquedos de pelucia e que fazem barulhos, correr com outros cães, cheirar traseiros caninos e se socializar. Parece que ela voltou pra casa da Lu exausta. Hehehehe.

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Sábado passado eu sai com minha colega de trabalho e amiga, a Michelle, o namorado dela e um grupo de amigos que eu já conhecia de outras saídas com ela. Fomos primeiro ao pub Jolly Roger, decorado como se fosse um bar pirata. Lá encontramos a Kristen e um pessoal que trabalha com ela na Expedia. Jantamos por lá mesmo ( dica boa: NightWatch Dark Amber Ale) e depois fomos encontrar o restante do pessoal no Sunset Bowl, em Ballard, para jogarmos boliche já que em 2 semanas o local será permanentemente fechado. Cheguei em casa um pouco após 1:00 AM e cansadona, mas valeu a pena e me diverti (e paguei altos micos) muito!

Agora estou planejando um possível final de semana este mês em Los Angeles, pra visitar meus primos e uma grande amiga que estará vindo de São Paulo para visitar a área. Talvez tenha umas novidades bacanas para contar no final de Abril e princípio de Maio. Torçam por mim!

 Sábado que vem, vou participar do meu primeiro “Battlestar Galactica Party”, aonde eu, Michelle e Richard (o namorado doido dela, uma figuraça) e um grupo bacana vai se reunir na casa da Kristen para assistir aos episódios desta temporada. É, eu sei que isso soa bem geeky, bem nerd, mas eu estou aprendendo a assumir este meu lado… Embracing my inner nerd é meu mais novo objetivo de vida. :-P

Até o próximo post! :-)

 

 

 

A melhor solução para o país… Fevereiro 10, 2008

Arquivado em: Para Rir..., Politica — Gina from the Block @ 4:59 pm

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